Polo Automotivo Stellantis em Goiana atinge 300 mil veículos exportados desde 2015
Complexo pernambucano enviou modelos Jeep, Fiat e Ram para mais de 20 países em pouco mais de uma década, com SUVs e picapes liderando os embarques.
Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria
O Polo Automotivo Stellantis de Goiana, em Pernambuco, atingiu a marca de 300 mil veículos exportados desde o início de suas operações, em 2015, segundo o Notícias Automotivas. O feito reforça o papel cada vez mais relevante da unidade nordestina dentro da estratégia global do grupo ítalo-americano.
De acordo com o Autos Segredos, os embarques alcançaram mais de 20 países ao longo de pouco mais de uma década, com destinos que incluem Europa, Oriente Médio, América do Sul, América Central e Caribe. O portal aponta ainda que o complexo tem capacidade para produzir até 280 mil veículos por ano e fabrica atualmente o Jeep Renegade, o Jeep Compass, o Jeep Commander, a Fiat Toro e a Ram Rampage.
Entre os modelos com maior volume acumulado de exportações, o Autos Segredos destaca a Fiat Toro como um dos três líderes históricos do polo. Desde seu lançamento, em 2016, mais de 78 mil unidades da picape foram destinadas a mercados externos, segundo dados da própria Stellantis. O trio é completado pelos Jeep Renegade e Jeep Compass.
De acordo com o Notícias Automotivas, o mix de exportações da fábrica mudou de forma significativa ao longo dos anos, com SUVs e picapes ocupando fatia crescente dos embarques — reflexo tanto da demanda internacional por veículos de maior porte quanto da capacidade produtiva instalada no complexo pernambucano.
Para Matias Pablo Merino, vice-presidente de Supply Chain para a América do Sul da Stellantis, citado pelo Autos Segredos, o marco evidencia "a competitividade da nossa operação e a capacidade de atender diferentes mercados da região com um portfólio diversificado de SUVs e picapes".
O Notícias Automotivas ressalta que Pernambuco se consolidou como ponto estratégico do setor automotivo brasileiro, funcionando como porta de saída para mercados da América Latina e além. A trajetória do polo ilustra como investimentos regionais podem gerar impacto expressivo na balança comercial do país e na geração de empregos no Nordeste.
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