Geely EX2 Max lidera ranking dos melhores elétricos até R$ 150 mil para 2026
Revista avalia custo total de propriedade e elege três modelos que equilibram preço, autonomia e equipamentos na faixa mais acessível do mercado elétrico brasileiro.
Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria
O mercado de carros elétricos acessíveis no Brasil ganhou um árbitro criterioso: a Quatro Rodas divulgou seu ranking Melhor Compra 2026 na categoria até R$ 150 mil, e o resultado surpreende ao colocar uma marca chinesa ainda pouco conhecida do grande público no topo do pódio.
O vencedor é o Geely EX2 Max, vendido a R$ 136.800. Segundo a Quatro Rodas, o modelo justifica o preço mais alto em relação aos concorrentes diretos ao oferecer entre-eixos 10 cm maior, motor de 116 cv, velocidade máxima de 140 km/h e pacote completo de assistentes de condução — incluindo ACC e sistemas ADAS. A autonomia declarada é de 289 km com bateria de 39,4 kWh. A publicação destaca ainda que o custo de revisões até 60.000 km soma apenas R$ 1.310, e que as peças têm preços compatíveis com carros nacionais de porte equivalente.
Na segunda posição aparece o BYD Dolphin Mini, líder absoluto de vendas entre os elétricos no país. A Quatro Rodas aponta que o modelo agrada pelo design compacto e pelo preço de entrada, mas carrega limitações claras: 75 cv, teto de 130 km/h, porta-malas de apenas 230 litros e autonomia de 280 km. O ponto de atenção fica por conta da desvalorização, estimada em 11% — a maior entre os três finalistas. Em compensação, a rede de concessionárias chega a 200 pontos, bem à frente dos rivais.
Fechando o pódio, o GAC Aion UT Premium impressiona no papel com 204 cv e entre-eixos de 2,85 m num formato de monovolume compacto, mas a Quatro Rodas ressalta que a bateria de 44,1 kWh entrega apenas 253 km de autonomia — a menor do grupo. A versão de entrada também abre mão de ADAS e teto solar. O custo de peças preocupa: o levantamento aponta total de R$ 15.620 para os itens avaliados, contra R$ 11.011 do Geely e R$ 10.146 do Dolphin Mini, além de desvalorização estimada em 14%.
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