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BYD Dolphin Mini de segunda geração ganha interior inédito, banco com massagem e frunk

Nova geração do compacto elétrico cresce em tamanho, muda para tração traseira, acomoda cinco ocupantes e surpreende com equipamentos que raramente aparecem em elétricos de entrada.

Atualizada em 1 de outubro de 2026 às 11:10· 4 fontes· 75 leituras
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Dolphin Mini ganha 5 lugares e interior sem painel convencional

Segunda geração do compacto elétrico da BYD chega com mais espaço, mais potência e cabine totalmente repensada.

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A BYD está preparando uma versão completamente reformulada do Dolphin Mini, e as mudanças vão muito além de uma atualização cosmética. Segundo o Notícias Automotivas, o modelo de segunda geração abandona o painel de instrumentos tradicional em favor de uma cabine com layout inédito, apostando em uma proposta visual mais moderna e minimalista para o interior.

Um dos pontos de maior destaque, ainda de acordo com o Notícias Automotivas, é a ampliação da capacidade de ocupantes: o novo Dolphin Mini passará a acomodar cinco pessoas, deixando para trás a configuração mais restrita da geração atual. A mudança posiciona o carro em um segmento ligeiramente mais amplo, tornando-o mais competitivo entre os elétricos urbanos de entrada.

Os rascunhos oficiais divulgados pela montadora confirmam que o crescimento é concreto. Conforme o Motor1 Brasil, o novo Dolphin Mini terá 4,205 m de comprimento — 65 mm a menos do que o Dolphin convencional, mas sensivelmente maior do que a geração atual. Esse ganho de tamanho explica diretamente a chegada do quinto lugar.

A mudança de arquitetura é uma das mais significativas da nova geração. Segundo o Notícias Automotivas, o modelo abandona a tração dianteira e passa a adotar tração traseira — uma inversão que altera diretamente o comportamento dinâmico do carro e libera espaço na parte frontal para a inclusão de um bagageiro dianteiro, o chamado frunk. O Notícias Automotivas detalha que esse compartimento sob o capô é uma das novidades práticas mais relevantes da geração, ampliando a versatilidade do veículo no dia a dia.

No quesito desempenho, o Motor1 Brasil aponta que a nova geração contará com motor de 127 cv. Para abastecer esse conjunto, serão oferecidas duas opções de bateria: 30 kWh e 39,2 kWh, permitindo que a BYD atenda tanto quem prioriza preço quanto quem busca maior autonomia.

O interior também reserva surpresas pouco comuns no segmento. O Notícias Automotivas revela que o banco do motorista contará com função de massagem — um recurso que raramente aparece em elétricos de entrada e que reforça a intenção da BYD de reposicionar o Dolphin Mini como uma opção mais completa dentro da sua linha acessível. A cabine aposta em um visual minimalista, com telas centralizando as funções e redução de botões físicos.

Outra novidade revelada pelos rascunhos, segundo o Motor1 Brasil, é a presença de um sensor LiDAR no teto — equipamento associado a sistemas avançados de assistência à direção e que raramente aparece em elétricos de entrada. O detalhe, somado ao banco com massagem e ao frunk, reforça a estratégia da montadora de densificar seu portfólio com versões cada vez mais capazes dos modelos já existentes.

Ainda não há confirmação oficial sobre datas de lançamento ou mercados de destino, mas a movimentação da BYD deixa claro que o novo Dolphin Mini mira um patamar de equipamentos bem acima do que o nome de entrada poderia sugerir.

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